A Rede de Combate a Crimes Financeiros (FinCEN), órgão do Departamento do Tesouro, classificou a MEXC como uma "preocupação primária em matéria de lavagem de dinheiro". A ordem proíbe instituições financeiras americanas de realizar transferências para a corretora e a partir dela. Ela entrará em vigor 30 dias após a publicação no Federal Register.
Segundo o FinCEN, entre maio de 2021 e maio de 2026, pelo menos US$ 16 bilhões ligados a atividades ilícitas passaram pela MEXC. Cerca de US$ 1,5 bilhão desse total está relacionado ao contorno das sanções contra a Rússia, incluindo US$ 232 milhões em transferências diretas para entidades sancionadas.
Outros cerca de US$ 22 milhões, segundo o FinCEN, foram destinados ao Banco Central do Irã e ao Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica. Não há números relativos à Coreia do Norte: a MEXC declarou que bloqueia usuários de lá. As publicações não trazem comentários da corretora.