Inicialmente, o projeto se concentrará em um stablecoin atrelado ao dólar americano. No futuro, o consórcio planeja emitir moedas digitais denominadas também em outras moedas do G7, sendo o euro o próximo foco prioritário.
O stablecoin será utilizado para pagamentos transfronteiriços, liquidações com ativos digitais, bem como nos segmentos institucional e de varejo. O projeto estará alinhado aos padrões bancários de conformidade, gestão e gerenciamento de riscos.
O lançamento do produto está previsto para a primeira metade de 2027. O consórcio pretende garantir a conformidade com as exigências da Lei GENIUS dos Estados Unidos e do regulamento MiCA europeu.