Durante dois anos, ele apostou em produtos sociais on-chain — Farcaster, Zora, miniprogramas e tokens de criadores — como impulsionadores da adoção massiva de criptomoedas.
«Com certeza eu estava enganado», escreveu Pollack. Segundo ele, os desenvolvedores realmente impulsionaram a adoção por meio de stablecoins, mercados de previsão e contratos futuros indefinidos, mas os aplicativos sociais «desmoronaram completamente». Devido ao foco no aspecto social, a Base ficou para trás em relação aos concorrentes em trading, tokenização e pagamentos.
A liderança do aplicativo está retornando à Coinbase — será liderada pelo renomado investidor de criptomoedas Jordan Fish (Kobia), fundador da Echo, que a Coinbase adquiriu por US$ 375 milhões no ano passado. O próprio Pollack se concentrará no desenvolvimento do blockchain Base como uma infraestrutura para finanças globais — com ênfase em trading, pagamentos e agentes de IA.